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segunda-feira, 30 de março de 2009

A distancia..

Tenho estado distante de tudo.. Do meu blog e dos restantes.. Chego e limito-me a postar musicas ou frases, limito-me a mim..

E afasto-me porque em certas e determinadas alturas acho que não há nada melhor a fazer, até que passa o tempo, o tempo passa por mim, e eu abro esta mesma pagina vezes sem conta... Sempre a achar que não tenho nada a dizer.. sempre a achar que as minhas palavras ficam melhores quando entregues apenas a mim.. Vou lendo os outros blogs que me atraem, mas a falta de coragem de escrever influencia-me também a coragem de escrever.. Entretanto, existe ainda a asneira feita com o firefox que dificulta o seguimento dos novos posts.. tudo junto dá-me a mim longe de mim, de vocês e do mundo..

Até que no inicio de um fim de semana, tudo se esclarece! :)
E volta tudo novamente..

Este espaço é meu. Não o comprei, é certo. Mas foi por mim que foi registado.

Depois disso o que cá escrevo é problema meu, seja o que for que cá diga.. Desabafos, verdades, verdades aumentadas que acabam, se calhar, por se tornar ofensivas por tão chateada que estou, até as minhas verdades que só são verdade para mim [como achar que a terra do nunca existe, e eu é que ainda não a encontrei..].

Enfim.. Chocados? Chateados? Não poderia querer saber menos.

Este espaço é meu!

P.S.: Amanha vou ver se volto a por os feeds a funcionar pra vos dar cabo do juizo com comentários :)))

Bjo bjo

segunda-feira, 9 de março de 2009

Ando com uma preguicite aguda no que toca a blogs. Leio-vos constantemente, todos os dias procuro se há posts novos por esta terra imaginária. Mas sinto-me desmotivada, sinto-me incapaz de carregar no botãozinho para comentar..

Por isso, só para vos alertar que continuo por aqui, e não me esqueci de vocês!!

Ahhh! E há novidades! Tenho uma nova paixão platónica.. Vou tendo várias ao longo do ano, a unica diferença é que esta é por um menino alto, loiro e com uns olhinhos sorridentes e cor de avela que me tira mesmo do sério.. Bem, sempre é melhor que o Miguel Veloso que por esta altura nem pelo meu sporting faz algo de jeito :x ahah :)

Mais novidades? Inscrevi-me no ginásio! Ao fim de uns meses a dizer que o queria fazer, na semana passada arranjei coragem e lá fui eu viradinha ao Palacio do Gelo e pimbas! Estou inscrita, já lá fui uma vez que já fez maravilhas pelas minhas costas :D [nestes ultimos 2 meses já parecia uma velha com reumatismo].

E amanhã vou outra vez!! xD AH pois é ;p

Só me falta encontrar um fato de banho decente e começo a frequentar as piscinas tb ;p

AH! E se calhar, amanha tambem experimento o banho turco :D


Bem.. já chega.. :p pra quem anda com preguicite aguda, já escrevi demais.

Um beijinho para todos.

P.S.: Um dos rapazitos q anda lá no ginasio ;x uiui ;)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sticks and stones may break my bones.

Andamos todos por aí a atirar pedras.
Não olhamos para onde atiramos, nem se atingimos alguém pelo caminho.
A verdade é que apenas não queremos ser atingidos.

E por medo de ser atingido com uma pedra, atiramos antes que nos atiram.
Porque queremos, porque podemos, porque temos medo, porque nos apetece.

Mas porque atirar pedras?
Porque não atirar peluches? Flores? Algodão?

Porque somos vinculados assim, num mundo em todos criticam toda a gente, em que já não há respeito pela diferença.. Que por muito que digamos que aceitamos raramente nos contemos nas criticas. Porque, com tantas pedras atiradas à toa no nosso dia-a-dia, receamos ser atingidos na retaliação e acabamos, muitas vezes, por atingir as pessoas erradas nesse processo.

Dizem por aí que a Humanidade está a evoluir.
Porque é que às vezes mais me parece uma regressão??




P.S.: Apenas porque há pedras que não são pedras, e sim palavras atiradas com a voracidade das pedradas. E porque muitas vezes dói mais ouvir certas coisas que pedradas e pontapés |:

domingo, 25 de janeiro de 2009

O abismo.



Sento-me. Cruzo as pernas. Mais tarde acabo por cruzar os braços também.


Respiro fundo, fecho os olhos e vejo-te.
Respiro fundo novamente, e a custo de não
te ver torno a abrir os olhos,
a custo.. e ainda com uma réstia de esperança..
olho em volta, em busca de ti.



Estou sozinha aqui. E estou aqui por escolha minha, ou pelo menos, por escolha de um pedaço meu. De lá cima, algumas caras familiares vigiam-me, e por várias vezes me estendem uma escada, mas eu ainda não estou pronta para subir. Quando subir, vai ser por esforço meu, escalada minha..



Recordo-me do dia em que te
perguntei se me podia atirar do abismo.
Se lá estarias à minha espera..
Se era seguro.
Se lá estarias para me abraçar e dizer que já passou..
Se a queda não era grande.
Se lá estarias para me amparar a queda..
Se não me iria magoar.
Se lá ficarias comigo...

Só mais tarde me dei conta, que bem antes de te perguntar eu já me tinha atirado. Foi de lá de baixo que te fiz a pergunta, sem nunca me aperceber que estava a olhar para ti de baixo para cima, e ainda a iludir-me, a achar que estávamos lado a lado.

Parámos de dançar ao mesmo ritmo,
de cantar as mesmas musicas
e de dançar ao som da mesma balada.
Deixamos de ser nós, e passamos a tu e eu.
Sem eu nunca me aperceber.


Atirei-me conscientemente dos perigos, dores, e apertos no coração.
Mas sempre a achar que tu tinhas o remédio para tudo isso. E tinhas.. E tens ... só já não está disponível para mim. Continuas a ter os olhos que me fazem esquecer que existem perigos. Os beijos que acalmam (e terminam) qualquer dor.. e os abraços, os abraços que dissolvem qualquer aperto no coração.



Ando (ainda) à deriva,
em busca de ti.
Vejo inúmeras costas
mas nenhuma é suficientemente boa..
Tem o mar demasiado frio, e a areia demasiado quente.
Ou o contrário.. Não é bem isso que elas tem, ou não tem..
O problema é que...
Nenhuma delas és tu..



Continuas a ser a minha costa.

Continuas a saber ao salgado do mar,
ao quente das brisas marítimas,
à lareira no inverno,
a risos a todo o momento.


Por isso, à falta de costa,

eu continuo aqui no fundo do abismo à tua espera, ou então à minha.





quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Se tu...

... andares, eu sigo-te, apresso o passo e acompanho-te lado a lado...
... parares, eu paro contigo, e limito-me a observar-te..
... te sentares, eu vou sentar-me ao teu lado, em silêncio...
... se correres, eu corro para te apanhar, apesar de saber da improbabilidade do meu sucesso..
... se te deitares, eu deito-me contigo..
... se entretanto sonhares, eu limito-me a ver-te sonhar..
... se acordares, eu dou-te os bons dias..


Faças o que fizeres eu quero estar lá.

Porque esquecer não é algo que valha a pena tentar, não depende de nós.
Depende de uma pequena parte de nós, que no fundo torna-se tão grande que não possuímos qualquer poder sobre ela.


at all...

Pensando em desabafos escritos pela minha gotinha favorita:

Eu não me lembro do ultimo beijo, porque não era suposto o ser.
Não me lembro de te ver partir, nem sei quando chegaste, para que te tenha sido permitido partir.

No fundo, havia um caminho, e ambos nos afastamos dele..
Agora, e alguém que me explique o porque??

Hoje tens o sabor da saudade.
Olho o infinito, como quem não vê, e imagino o teu olhar.
Perco-me nos meus pensamentos que apenas me conduzem a ti.
Perco-me em mim, e isso é o mesmo que dizer que me perco em ti, porque ainda estás dentro de mim.

Faz-me esquecer o sabor da saudade, e recorda-me o teu verdadeiro sabor.
Recorda-me a textura dos teus lábios quando encontram os meus..
Deixa-me perder nos teus abraços..
Deixa-me sorrir só porque entras na sala.

Deixa-me perder-me em ti novamente..

*it's easy to get lost in you..*

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

you...

.... have been doing one question...

and.. for all that matters..

I know the answer..

the answer, for me, would be I do...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Neve


Acordo.. ainda meia estremunhada pego no telemovel.. uma mensagem diz que está a nevar..
Levanto-me corro para a janela.. e vejo.. Está a nevar!

Tiro o pijama e visto qualquer coisa.. corrooo.. e brinco.. brinco e brinco até mais não.

Parece um sonho, está tudo branco.

Faço bonecos de neve, smiles nos carros.
Salto, pulo, escorrego e quase caio, atiro bolas de neve..

Brinco, sou autentica criança na véspera de natal :D

Bato o pé, e recuso-me a sair de Viseu.

E depois, chega a noite.. vou à varanda ver a neve.. e noto que não estás comigo.
E.. vem a melancolia, a saudade.. e fico triste..

*Vem dar pegadas comigo*

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Enfim..


Tenho saudades ... tuas...
Penso quando acordo..
em ti...
Sonho durante a noite.. contigo...
E quando acordo, ainda está presente a sensação de falta..


Espero que apareças uma manha de tarde, bem perto da noite..
Passo os dias na expectativa de encontrar
e ver
E de não ver.. e ver-te, novamente, apenas uma vez mais..
Ou de não me verem.. tu não me veres..
Nem sei..


É uma espera eterna..
Uma busca sem fim e sem qualquer ínfima possibilidade de sucesso..
E eu sei disso..
Mas o saber não é suficiente e eu não me convenço.
Fica sempre aquela réstia de esperança que um dia a busca termine..
e tu chegues no teu 'cavalo' branco..

sábado, 27 de dezembro de 2008

Porque é que..

é preciso estar em Amarante, para ver nevar este ano?





For Tam: Why do I need to be in Amarante (a city in the north of Portugal) so I can see snowing? :p

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

I <3


Milkaaaaaaaaaaaaa!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

True Love Story :p




E eu quero um destes! Só para mim :D

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Gulosices :x


Hoje comi















10 destes





















sozinha...






Ferrero Rocher - são pequenos bombons de chocolate esféricos da empresa italiana Ferrero. São formados por uma avelã inteira imersa em recheio de chocolate, envolvida por uma concha crocante de wafer e coberta de chocolate salpicado de pedacinhos de avelã.

E eu... adoro-os :$

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Por outras palavras...

Gosto de escrever nos cafés. Ou pelo menos acho que gosto. Nunca o consegui, realmente, fazer. Começo, e nunca acabo. Ou porque tudo se torna demasiado ilogico, ou simplesmente porque a minha paranóia sisma que está alguém a ler. Não importa sequer se estou onde ninguém me conhece. Nem sequer importa se estou a escrever sobre mim, sobre os outros, ou até sobre um objecto inanimado qualquer.
A ideia de que um estranho possa estar a entrar na barreira do meu espaço, incomoda-me, desconcentra-me, acabando por me preocupar mais com o que me rodeia do que com o que estou a escrever.

Mas gosto da ideia de estar sentada num café e estar a escrever, a desabafar.

Talvez porque o resto das pessoas me estejam constantemente a provar que o mundo não pára.


Já estive em vários cafés, com papel, e com o computador, e nunca consegui partilhar-me com qualquer um deles.

Aliás, já há muito tempo que não conseguia partilhar nada com ninguém fosse porque meio fosse.

Tenho preferido guardar os pensamentos, as sensações, os sentimentos, as memórias bem fundo dentro de mim, e sempre que posso vou lá e piso-as mais um bocadinho para ver se ficam amachucadas o suficiente para desaparecerem temporariamente.

Não acontece.

Mas a ilusão de que poderia acontecer conforta-me um pouco.





Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma madrugada

Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma gargalhada

E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma madrugada

E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Um bocadinho de mim.


Não me consigo concentrar em nada, quando está silêncio absoluto.

Mas em nada mesmo. Até ler implica a companhia do wmp ou da tv.

Hoje, foi a vez do wmp, e depois da tv. Estava na fox, já tinham dado umas 2 ou 3 séries (estava a ler desde a 1h mais ou menos, e já eram 3h), e.. sinceramente, não sei que séries foram.

Estava completamente absorvida pela minha leitura, a imaginar todos os possíveis cenários. A imaginar-me a fazer parte do livro por assim dizer, até que a musica começa, ao primeiro acorde, ainda sem o Chris Martin ter começado a cantar levanto os olhos para a televisão...

Trouble - Coldplay


Nunca pensei que houvesse algo capaz de me trazer tão depressa do mundo criado por Cecelia Ahern.

Agora, após este post, e com um sorriso parvo na cara por todas as memórias que esta musica me trás. Sei que se algum dia existisse uma musica com esse poder, só poderia ser esta.




Oh no, I see,
A spider web is tangled up with me
And I lost my head
The thought of all the stupid things I've said

Oh no, what's this?
A spider web, and I'm caught in the middle
So I turned to run
The thought of all the stupid things I've done

I never meant to cause you trouble
I never meant to do you wrong
I, well if I ever caused you trouble
Oh no, I never meant to do you harm

Oh no, I see
A spider web and it's me in the middle
So I twist and turn
Here am I in my little bubble

Singing, I never meant to cause you trouble
I never meant to do you wrong
Ah, well if I ever caused you trouble
Oh no, I never meant to do you harm

They spun a web for me
They spun a web for me
They spun a web for me

Coldplay - Trouble


P.S.: Desculpem lá o auto-play, mas queria passar a mensagem do inicio da musica, e achei que por a conhecerem, talvez não a ouvissem.. Por isso, a modos que aboli a vossa possibilidade de escolher ouvi-la ou não :x
P.P.S.: As fotos foram tiradas num concerto deles na Alemanha :)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Adoro

gomas frias.












Por isso, tenho sempre umas
quantas embalagens
no frigorifico. :ª

domingo, 2 de novembro de 2008

November Rain

Ainda é, apenas, Outono, mas cheira-me a Natal e a Inverno.

O frio que atravessa as roupas e me deixa a tremer independentemente de quanta roupa tenha vestido é tão típico de outra estação que não a presente.



When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin' when I hold you
Don't you know I feel the same

Nothing lasts forever
And we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle
In the cold November rain

We've been through this such a long long time
Just tryin' to kill the pain

But lovers always come and lovers always go
An no one's really sure who's lettin' go today
Walking away

If we could take the time
to lay it on the line
I could rest my head
Just knowin' that you were mine
All mine
So if you want to love me
then darlin' don't refrain
Or I'll just end up walkin'
In the cold November rain

Do you need some time ... on your own
Do you need some time ... all alone
Everybody needs some time ... on their own
Don't you know you need some time ... all alone

I know it's hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn't time be out to charm you

Sometimes I need some time ... on my own
Sometimes I need some time ... all alone
Everybody needs some time ... on their own
Don't you know you need some time ... all alone

And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there's no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
Nothing lasts forever (changed from 'Cause nothin')
Even cold November rain

Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only one
You're not the only one

Guns 'n' Roses

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Deaf Girl learns how to play a violine

Procuro-te constantemente.

Mas sou burra.

Procuro-te sempre no sitio errado.



Já devia saber o sitio onde te poderei sempre encontrar.


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

waiting for your call

Ultimamente não tenho vindo muito aqui, porque.. não me quero partilhar.

O facto de não saber quem lê isto faz com que me iniba um pouco. Faz com que eu não goste de me expor como outrora..

De qualquer maneira, há coisas inevitáveis, e aqui estão:

live. love. laugh. cry. smile. try. fall. sleep. *dream*. learn. miss.
that's it. I miss you.


E.. porque nunca é demais..

A thousand miles seems pretty far
but they've got planes and trains and cars.
I'd walk to you if I had no other way.




Waiting for your call, I'm sick, call I'm angry
Call I'm desperate for your voice
Listening to the song we used to sing
In the car, do you remember
Butterfly, Early Summer
It's playing on repeat, Just like when we would meet

I was born to tell you I love you
And I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight

Stripped and polished, I am new, I am fresh
I am feeling so ambitious, you and me, flesh to flesh
Because every breath that you will take
when you are sitting next to me
will bring life into my deepest hopes, What's your fantasy?
What's your...

I was born to tell you I love you
And I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight

And I'm tired of being all alone,
and this solitary moment makes me want to come back home
(I know everything you wanted isn't anything you have)

I was born to tell you I love you
And I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight

I was born to tell you I love you
And I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight
(I know everything you wanted isn't anything you have)

sábado, 18 de outubro de 2008

hmm.. pois.. coiso..

Tenho saudades de quando não eras apenas mais um no meio da multidão.



I don't like to be alone at night
Leann Rimes

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Puzzle

E foi enquanto estava em casa do R. e tentava pela milionésima e não sei quantas vez montar aquele puzzle estupido, que se fez luz..


A vida é como um puzzle inacabado..
E os pedaços em branco são as duvidas e incertezas
onde tropeçamos ao longo de toda a sua morosa compilação...

Foi como disse às uns posts atrás. Somos todos peças de puzzle.